CARACTERÍSTICAS

  • Inoculante líquido baseado em uma cepa da bactéria diazotrófica Azospirillum brazilense AbV-5.
  • Concentração de 100 milhões (1x10⁸) de células por ml.
  • Registrado para aplicação foliar, por apresentar fitormônios naturais.

BENEFÍCIOS E VANTAGENS COMPETITIVAS

  • Cepa AbV-5 de Azospirillum brazilense validada pela EMBRAPA e pela Universidade Estadual de Londrina.
  • Produto recomendado para aplicação em pós-emergência, não havendo necessidade de tratar a semente e não interferindo na eficiência do tratamento industrial, reduzindo custo e tempo operacional.
  • Aplicação via barra ou pivô.
  • Janela ampla de aplicação (V3-V6).
  • Reduz a concentração de etileno na folha, proporcionando maior eficiência fotossintética e produção de fotoassimilados.
  • Estimula a produção de radicelas, favorecendo aumento na área de absorção de água e nutrientes.
  • Promove maior vigor nas plantas, aumento de produtividade e tolerância ao stress hídrico.
  • Devido a sua baixa toxidade, resulta em maior segurança ao aplicador e meio ambiente, não deixa resíduos e preserva os inimigos naturais da lavoura.

SOBRE O Azospirillum

A Bactéria Azospirillum brasilense foi descoberta no Brasil na década de 70 como um potente microrganismo promotor de crescimento de plantas. Desde aquela data centenas de artigos publicados por dezenas de cientistas de vários países vêm demonstrando o modo de ação desta bactéria. Esta bactéria é comercializada em vários países e é a bactéria fixadora mais estudada após o Rhizobium. Sabe-se que a bactéria é capaz de fixar nitrogênio da atmosfera e também produzir fitormônios durante o processo fermentativo para sua produção. Estes hormônios promovem o maior desenvolvimento radicular e com isto permitem uma maior absorção de nutrientes e uma melhor tolerância a situações de estresses abióticos.

Além do mais alguns autores relatam que esta bactéria potencializa a produção de fitormônios pela planta, como o ácido indol acético, GA3 e ácido abscísico (ABA), citocininas, poliaminas, como a espermidina e spermina em milho, entre outros. A produção destas substâncias podem incrementar o metabolismo em plantas e melhorar a tolerância a situações de estresse. Por exemplo, as auxinas, citocininas e giberelinas são indutores de crescimento, enquanto que as poliaminas e o ABA auxiliam na produção de substâncias de defesa tanto para estresses bióticos como abióticos.

Estudos conduzidos com o Azos na cultura do milho demonstraram que sua aplicação justifica-se porque, quando a planta entra em estresse, sua atividade fotossintética diminui e consequentemente a energia para absorção de nutrientes. A aplicação de Azos atenua este declínio pela potencialização da via da enzima nitrato redutase que melhora a assimilação de N e supri a demanda da planta para sintetizar clorofilas degradadas pela ação do estresse. Enzimas antioxidativas são superexpressas atenuando também os efeitos do estresse fazendo com que sejam diminuídos os riscos de redução de produtividade.


A Bacteria Azospirillum brasilense.

A Bacteria Azospirillum brasilense (pontos verdes) colonizando as raízes.



RESULTADOS




Lavoura de milho tratada com Azos.

Efeito Azos no crescimento (à esquerda), testemunha à direita.